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Conselhos de segurança viária para viajar em carro com crianças com déficit de crescimento

Conselhos de segurança viária para viajar em carro com crianças com déficit de crescimento

27/12/2016

O déficit de crescimento é um transtorno clínico caracterizado pela produção insuficiente do hormônio do crescimento, que afeta tanto crianças como adultos. Em muitos casos as causas são desconhecidas, em outros casos, uma lesão cerebral, um tumor ou outra doença podem ser responsáveis por este déficit na produção hormonal.

Os sintomas de crescimento lento podem se manifestar durante o período de amamentação e primeira infância, e são revelados por meio do controle de crescimento feito pelo pediatra. Se a criança apresenta um ritmo de crescimento mais lento do que o normal, deverão ser feitos os testes relevantes para detectar o déficit do hormônio do crescimento. Às vezes não é até os dois ou três anos de idade que se identifica que a criança apresenta um desenvolvimento lento.

A altura da criança será muito menor do que a da maioria das crianças da sua idade e sexo, assim que não há motivos para ter o corpo desproporcional, nem mesmo está relacionado com a inteligência da criança. Simplesmente o seu tamanho será menor do que o esperado para a sua idade.

Pelas características da doença, as medidas e precauções que devemos tomar com estas crianças estão relacionadas com seu tamanho.Vai depender de cada caso individual tomar uma medida ou outra, por exemplo, se sofre de alguma outra doença. Mas no caso de ter simplesmente um desenvolvimento lento por problemas hormonais, o que devemos saber é que essas crianças vão seguir um padrão diferente na hora de trocar de cadeirinha.

Como sabemos por meio de outros artigos desta mesma página, a idade da criança por si só não indica o momento em que devemos trocar de uma cadeirinha para outra: o que indica a hora de mudar é o peso e o tamanho, por isso, se a criança é pequena, utilizará as cadeirinhas por um maior tempo, à medida que se alcança o desenvolvimento adequado para avançar para uma cadeira superior. Igualmente acontecerá com assentos elevadores e com a passagem ao uso do cinto de segurança: é uma questão de tamanho, não de idade.

Por esta razão, será necessário ter uma maior consciência da necessidade da criança viajar no assento correto, adequado às suas características físicas, e que a mudança seja feita apenas quando os requisitos de altura e peso sejam cumpridos. É provável que, se a criança atinge uma idade na qual já possa argumentar, resista ao uso da cadeirinha, mas  o mais importante é sempre a sua segurança.


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