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O uso de um SRI deve ser priorizado na hora de contratar o transporte escolar?

¿Se debe primar el uso de SRI a la hora de contratar transporte escolar?

02/09/2019

Sem dúvida, trata-se de um dos trajetos mais repetidos ao longo do ano, a ida e volta da escola. O transporte escolar é um dos temas que mais nos preocupa e deve receber uma prioridade especial. O transporte escolar realizado pelas escolas é seguro? Devemos valorizar a possibilidade de usar sistemas de retenção infantil na hora de contratar este serviço?

Nestas páginas falamos muitas vezes sobre a importância de incluir nos ônibus escolares (e, em geral, em qualquer transporte público) sistemas retenção infantil adequados às características das crianças, homologados e que, além disso, sejam utilizados sob a supervisão de acompanhantes adultos.

As razões para defender o uso de sistemas de retenção infantil em ônibus escolares são muito diversas. Entre elas, logicamente, destaca-se a segurança das crianças, não apenas em viagens interurbanas, mas também dentro do próprio centro urbano. Em caso de frenagens bruscas, as crianças podem ser lançadas dos bancos, do mesmo modo que aconteceria em caso de colisão.

Os sistemas de retenção infantil são uma ajuda extra para mantê-las em seus lugares, sem ficar de pé ou brincando nos corredores ou em seus assentos, práticas que apresentam certos riscos, também muito evidentes.

Os pais devem conhecer as regras que regem o transporte escolar e garantir o cumprimento das mesmas em todos os momentos. Desta forma, garantem que as crianças viajem com todas as garantias possíveis e dentro dos regulamentos atuais. No entanto, nesta área (a normativa) ainda existem lacunas em relação aos cintos de segurança e sistemas de retenção infantil.

E, embora todos os ônibus registrados a partir de 2007 devam possuir cintos de segurança em todos os assentos, estes nada mais são que cintos de dois pontos, e não se especifica nada sobre as cadeirinhas infantis: seu uso é voluntário, o que depende de cada empresa de transporte.

As possíveis soluções passam pelo uso obrigatório de cadeirinhas ou que, dentro do uso voluntário de SRIs nos ônibus, as administrações e centros priorizem as empresas que incluam, no contrato, a disponibilidade dessas cadeiras.

É algo que está começando a ser visto em algumas administrações, como em Castilla y León ou em Euskadi, onde as Secretarias de Educação veem o uso de dispositivos de segurança como um “critério complementar que os veículos que transportam as crianças para as escolas da região possuem para proteger ainda mais as crianças. Entre eles, os cintos de três pontos ajustáveis em altura e a colocação de assentos de elevação para as crianças”.

É um grande passo no caminho para a segurança viária infantil no transporte escolar. Com o tempo, todos os veículos devem estar preparados para poder instalar esses sistemas e fornecer às crianças uma viagem com garantia total.

Objetivo Zero
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