Três maus exemplos a evitar para nossos filhos
05/08/2015
Por isso é muito importante que, como pais, tutores, avós, primos ou irmãos mais velhos (quer dizer, seja o parentesco que for), devemos dar bons exemplos aos pequenos. Mas, um momento, somente para os nossos pequenos? Não, como adultos deveríamos ser um bom exemplo para qualquer criança, nem que seja pelo respeito que devemos a essas pessoinhas e à sua formação para se tornarem parte da sociedade.
O bom exemplo é um gesto de generosidade e altruísmo.
O verdadeiro bom exemplo se dá sem se esperar nada em troca, pelo menos não como recompensa, mas por saber que temos feito o correto e que colocamos o nosso grãozinho de areia na formação desses pequenos. Por menor que seja esse grão, tudo será somado no final.
O contrário, o mal exemplo é muito fácil de se cometer, e é muito prejudicial para essa mesma formação das crianças, que podem se confundir ao ver como alguns adultos seguem as normas, mas outros passam por cima das mesmas, sem remorsos. Esse mal exemplo podemos estar praticando de maneira voluntária ou não, mas seja como for, imagina-se que acrescenta confusão nessas pequenas mentes.
1. – Atravessar em qualquer lugar, a qualquer momento.
Este é um dos maus exemplos mais habituais e danosos para a formação dos pequenos. Nós, como pais, podemos seguir as normas (e sim, às vezes podemos pensar que podem ser melhoradas) e dar exemplo para os nossos filhos, mas temos de lutar contra as dúvidas que lhes surgem ao ver como o avô de seu amigo atravessa com seu neto pelo meio de uma rotatória.
Ou pode ver que o irmão mais velho de outro amigo atravessa o sinal vermelho, ou pelo meio da faixa que divide a rua em dois sentidos. Estas ações são muito comuns e, infelizmente, são protagonizadas por pessoas mais velhas ou por adultos, que não percebem que estão quebrando tais normas na frente de qualquer criança. É algo que todos deveríamos evitar, por simples solidariedade com os pais que se esforçam para educar seus filhos, e respeito a essas crianças.
2. - Estacionar mal para fazer alguma coisa. Isso é o que seria um exemplo pernicioso generalizado, que é o de omitir qualquer sinal de trânsito. Descumprir as normas de estacionamento e ainda colocando uma desculpa (“vai ser rápido”, “se aparecer um guarda, me avisa”) implica que na mente da criança se forja a máxima de que, com uma desculpa, podemos fazer o que quisermos. As crianças são muito observadoras, não subestime a capacidade delas, pensando que não irão entender o que está acontecendo.
3. - Brigar com outros motoristas, pedestres, ou ridicularizar as autoridades e as normas de trânsito. Esta é outra atitude comum que podemos observar nas cidades ou nas estradas, e é um dos piores exemplos possíveis, porque ultrapassa a segurança viária e entra no terreno do civismo. As atitudes hostis para com outros motoristas ou pedestres (não importa o sexo) e a prepotência ou a tendência a ridicularizar as normas e as leis, influencia as crianças até o ponto em que começarão a atuar exatamente da mesma forma, tanto como crianças como quando se tornarem adultos.
