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Transportar crianças de moto: normas e restrições

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19/07/2015

Para isso, nada melhor que consultar o que diz exatamente o Regulamento Geral de Circulação, de forma específica o Artigo 12, que das normas sobre mobiletes, ciclomotores e motocicletas.

  1. As mobiletes que, por construção, não podem ser ocupadas por mais de uma pessoa podem transportar, quando o motorista seja maior de idade, um menor de até sete anos no banco adicional que deve ser homologado.
  2. Nas mobiletes e nas motocicletas, além do motorista e, no caso, do ocupante do sidecar, pode viajar, sempre que conste na carteira de habilitação, um passageiro maior de 12 anos, com capacete e cumprindo as seguintes condições:
  • Sentado com os pés apoiados nos apoios laterais.
  • Utilizando o banco correspondente atrás do motorista.
  • O passageiro nunca pode estar situado em lugar intermediário entre a pessoa que dirige e a barra de direção da mobilete ou motocicleta.

        3. Excepcionalmente, os maiores de sete anos podem circular em motocicletas ou mobiletes dirigidas por seu pai, mãe ou tutor ou por pessoas maiores de idade autorizada, sempre que utilizem capacete homologado e cumprindo as normas do ponto anterior deste artigo (artigo 11.4, do texto).

Em resumo, a criança deve estar sempre com os pés apoiados e ser maior de sete anos para o caso dos pais, tutores ou pessoas autorizadas e 12 para os demais motoristas maiores de idade.

Caso nosso filho não alcance os apoios, mesmo com a idade mínima necessária, existem bancos adicionais homologados para instalar, principalmente, para scooter e assim poder viajar de forma segura. Na seguinte fotografia observamos um banco homologado.


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Por último, um detalhe muito importante e que não devemos esquecer: sempre usar roupa de proteção. A roupa de proteção não é apenas o casco, também é muito importante uma jaqueta com proteções, luvas, calça comprida e calçado fechado.

Cair a uma velocidade de 20 km/h pode causar a nossos filhos cicatrizes para toda sua vida, inclusive no caso de ir com sandálias ou similares e sem luva ou a perda de algum dedo por abrasões no asfalto.

Nunca sabemos quando vamos  sofrer um acidente. Por isso, sempre deve prevalecer a prevenção. Principalmente, quando nossos filhos são os mais prejudicados por ações inadequadas.

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