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Que precauções devo ter ao usar um assento infantil em segunda mão?

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09/12/2015

Embora não seja o mais recomendável, podemos usar um assento infantil em segunda mão desde que nos asseguremos previamente que continua a manter intactas todas as suas características para que, em caso de acidente, exerça corretamente a sua função.

É claro que, se reutilizamos para um segundo filho um assento que adquirimos previamente, sabemos perfeitamente qual foi o seu historial e se houve qualquer problema com ele. No entanto, se esse assento foi-nos dado por um amigo ou o adquirimos em segunda mão, devemos ter a certeza do seu estado.

Para isso o mais simples é seguir os seguintes pontos de verificação ou recomendações.

  1. O assento nunca deve ter estado exposto a um acidente de tipo moderado ou grave.
  2. O assento continua a ter as etiquetas que mostram tanto o número de série do modelo assim como a data de fabrico: É muito importante que tenhamos ambos os dados pois, com a data, sabemos quando foi fabricado e, portanto, se está próximo de finalizar a sua vida útil devido à caducidade da mesma. Em relação ao número de série, podemos saber se houve alguma chamada de revisão pelo fabricante por defeitos encontrados na cadeira.
  3. O assento não foi retirado do mercado por algum problema: pode dar-se o caso de um assento infantil ter sido retirado do mercado após se encontrar defeitos no fabrico que afetem a sua segurança. Com o número de série podemos confirmar com o fabricante se há algum problema.
  4. O assento tem todas as suas partes: é necessário que o assento esteja completo, incluindo os elementos suscetíveis de retirar para ir adaptando a cadeira ao crescimento da criança.
  5. Que não apresente deterioração de nenhum outro tipo: nem arneses desgastados, nem fivelas ou linguetas oxidadas… uma fivela ou lingueta deteriorada podem fazer com que se abra durante um acidente. No caso de faltar alguma peça, esta pode ser fornecida pelo fabricante se necessário embora, por vezes, adquirir peças de substituição que estão em falta pode ficar tão caro como comprar uma cadeira nova.
  6. O assento incorpora as instruções: muito importante para poder seguir todas as recomendações do fabricante tanto a nível de conservação, como uso e colocação da cadeira. Normalmente, e em caso de necessidade, o fabricante pode fornecer-nos uma cópia.
  7. Também se recomenda que o assento infantil não tenha mais de seis anos de antiguidade, dado que os materiais com que foram fabricados os assentos podem “envelhecer” e tornarem-se frágeis ou quebradiços.
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