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Um SRI reage igual diante um impacto lateral e diante um impacto frontal?

Um SRI reage igual diante um impacto lateral e diante um impacto frontal?

17/08/2016

Após a saída da estrada, as colisões frontolaterais estão entre os principais tipos de acidentes com vítimas nas estradas convencionais. Os impactos laterais, frontais e traseiros também estão muito presentes em vias urbanas, devido ao congestionamento e aumento da circulação. Felizmente nem todos os ocorridos têm consequências graves, mas muitos deles podem sim causar ferimentos graves. Levar um sistema de retenção infantil adequado é a única maneira de evitar consequências mais graves em crianças.

Em 2015, ocorreram 1,8 milhões de acidentes de trânsito leves nas cidades espanholas, de acordo com a UNESPA (Associação das Empresas de Seguros na Espanha). O elevado número de veículos faz com que as colisões frontais, laterais ou traseiras ocorram em uma alta porcentagem.

No entanto, nem todos os testes de colisão que são executados levam em conta o factor "acidente lateral" ao analisar como reagem os diferentes sistemas de retenção infantil. E estamos a falar de acidentes muito diferentes. Não é o mesmo frear e atingir o veículo que está em frente de nós, que estar parado e que nos atinjam por trás ou que outro veículo nos choque lateralmente.

Ainda assim, as regras de homologação ECE R44/04 apenas levaram em conta um teste de choque frontal a 50 km/h e um teste traseiro a 30 km/h. O mesmo aconteceu com a norma ‘i-Size’ quando foi introduzido o teste de colisão lateral (lembre-se que ambos estão actualmente em vigor).

IMPACTO FRONTAL E BATIDA TRASEIRA

Estamos diante dos tipos de acidentes mais frequentes, especialmente em cidades, e que por sua vez são duas afirmações muito diferentes. No impacto frontal, descobrimos que o veículo se desloca a uma velocidade, no caso de haver uma colisão, deve-se tomar em conta dois factores-chave: a aceleração do corpo e a velocidade de impacto. Ao contrário, em um choque traseiro, o veículo pode ser parado. Aqui, um veículo que viaja a certa velocidade colide repentinamente contra um objeto fixo.

Por esta razão, testes de colisão tiveram de diferenciar os dois tipos de acidente, testando os diferentes assentos em cada um dos cenários.

É precisamente nestes casos que se demonstra que os assentos no sentido contrário ao da marcha são mais eficazes e mais protegem as crianças.

Neste vídeo podemos ver como uma cadeirinha e uma criança reagem diante de um impacto frontal se a criança estiver viajando no sentido contrário ao da marcha:

17/08/2016

Aí se observa a importância de que as crianças viagem no sentido contrário o maior tempo possível.

IMPACTO LATERAL

As colisões laterais ocorrem 50% menos que as colisões frontais. No entanto, as consequências podem ser mais graves. Daí a importância de que as cadeirinhas também ofereçam protecção em tais acidentes.

Cientes disso, há cadeirinhas específicas que absorvem o impacto lateral e têm muito bons resultados neste tipo de acidentes.

Hoje, existem muitos veículos com airbags laterais. Aqui devemos considerar se eles foram pensados para crianças ou não. É uma das principais recomendações do Hospital de Crianças da Filadélfia, que se mostram particularmente cautelosos com a ideia da proximidade de uma criança com a estrutura interna do autocarro. Por esta razão, um dos melhores locais para as crianças é o assento central traseiro.

Como indicado acima, há cada vez mais testes de colisão que levam em conta o impacto lateral e que valoram como as cadeirinhas reagem a diferentes lugares diante de tais acontecimentos. Depois de ver o desempenho global da cadeirinha, é lhe dada uma pontuação que podemos consultar em nosso ‘Comparador’. Em tais acidentes, o corpo da criança é deslocado.

Hoje podemos também encontrar cadeirinhas que são projetadas para os outros ocupantes, como pode ocorrer com uma criança que bate contra o banco por causa de um impacto lateral. Há cadeirinhas que reduzem precisamente este impacto e até mesmo agem como um amortecedor do choque.

Em colisões laterais, os especialistas discordam sobre qual é a posição certa. E tudo depende do ângulo de impacto.

Devemos ter em conta a importância dos assentos elevadores com encosto, especialmente neste tipo de desastre, já que eles podem chegar a reduzir cerca de seis vezes o risco de lesões (no pescoço, nas vértebras e na cabeça) em caso de impacto lateral. Evitando o temido movimento brusco da cabeça para o lado. 

Ayúdanos a conseguirlo  

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