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Quais são os testes das cadeiras de segurança infantil para que possam ser comercializadas

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29/08/2015

Com a antiga norma ECE R44/04, que ainda estará em vigor até o ano 2018, os testes consistem basicamente em impactos longitudinais: um teste de choque frontal a 50 km/h, para medir o deslocamento e os esforços sobre o corpo da criança (cabeça, pescoço, peito…) e um teste de alcance traseiro a 30 km/h.

29/08/2015

Também, são realizados vários testes sobre o cinto ou arnés do banco, para comprovar que pode ajustar-se com segurança ao miúdo, seja qual for a altura e peso, também sobre o dispositivo do arnés do banco, para comprovar que pode ser aberto com facilidade depois de um acidente.

Também é revisado se não há margens de cortes ou peças rígidas sem proteção no banco, o comportamento ao fogo dos materiais, resistência à corrosão das partes metálicas, toxicidade de diversos componentes, etc.

Com a nova norma ECE R129, também conhecida por i-Size, que já está em vigor e coexiste com a antiga, há mais testes para as cadeiras infantis. O principal é que há um teste de choque lateral. Em cada caso é comprovada a força à qual está submetida a cabeça e também o tórax da criança.

Também são realizados testes de absorção da força do impacto dos materiais, a tensão do arnés, a resistência do terceiro ponto de apoio (top tether ou pé), etc.

Na Suécia contam com uma norma própria adicional à normativa internacional, chamada Plus Test, que não é obrigatória, mas voluntária. Isto é, uma cadeira que será vendida na Suécia é suficiente com cumprir a normativa europeia, mas também para demonstrar uma maior qualidade e segurança, pode passar o teste sueco para ganhar o carimbo correspondente. Na verdade, os pais procuram as cadeiras com este carimbo.

Uma diferença notável é que a desaceleração que a cadeira sofre e a criança no teste de choque é mais alta no plus test, ou seja, as cadeiras são testadas com um choque mais severo.

Para além de comprovar a força à qual está submetida a cabeça e o tórax da criança, também é comprovada a força à que está submetido o pescoço, a parte mais frágil das crianças menores que podem sofrer lesões muito graves.

O limite máximo para essa força considerado como tolerável é inferior. Isto significa que superar os testes Plus Test é mais difícil, isto é, as cadeiras que aprovam são ainda mais seguras. Entre estas cadeiras, encontramos modelos como: Römer Max-Fix II, Britax Max-Way 2015, Axkid Minikid e Rekid, Klippan Kiss 2, Besafe IZI Plus e IZI Kid X1.

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