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Os erros mais frequentes ao sentar a criança em seu SRI

Instalação de SRI

16/07/2015

Em parte as novas homologações lutam por eliminar ao máximo essas possíveis falhas ou distrações. Porém, sempre podemos esquecer “algo”. E existe outro dado: desde a aprovação da nova homologação de SRI, até que sejam maioria, passam anos, e existe um “parque” de SRI obsoletos que podem continuar em uso (algo não aconselhável em certos casos).
 
Revisamos os erros mais comuns ao sentar a criança em um SRI, erros que podemos evitar facilmente com um pouco de atenção extra, revisando a fixação ou se a criança está bem colocada e corrigindo sua postura.
  • Utilizamos um SRI que não é o adequado para sua idade, altura ou peso. Esta dúvida deixará de ser frequente com a chegada de i-Size. Porém, podemos considerar que há crianças que vão em cadeiras muito pequenas ou grandes, e isto é um erro.
  • Quando não temos ISOFIX, a fixação do SRI no banco do veículo é um ponto quente quanto a erros de colocação. Devemos seguir as instruções específicas para cada modelo de cadeira (mas, são bastante comuns) e verificar se o SRI está corretamente colocado, é só puxar com força e também comprovar se não há movimentos estranhos.
  • O seguinte ponto é o ajuste do arnês de segurança. Vale para todos, mas, principalmente, nos SRI mais pequenos, é muito importante ajustar bem os cintos ao corpo do bebê, para isso devemos verificar se não há espaços, nem qualquer interferência.
  • A postura da criança pode variar, isso você já sabe, porém o que devemos prestar atenção e que é uma fonte de erros (por ficar mal ajustados, depois, os arnês), é que a postura inicial da criança deve ser a correta. Deve estar bem sentada, com as costas no encosto e sem que exista qualquer interferência no processo como a manipulação de brinquedos. Quando ajustados os arnês, evidentemente, já pode continuar suas atividades.
  • A colocação do SRI é, de forma indireta, um erro quando feita no sentido incorreto com pouca idade. Isto é, sempre é mais seguro que a criança circule olhando para trás, que para frente. É frequente que a criança insista em ir olhando frente e assim poder ver mais coisas, porém nós como pais devemos decidir, em cada momento, o que é mais seguro.
Como vemos, são erros que parecem de bastante pouca importância, mas que são frequentes. E a importância é sempre relativa, dado que um arnês folgado não protege o corpo do bebê, da criança, nem mesmo do adulto.O aparente erro sem importância é decisivo na hora da colisão.
A partir do dia primeiro de outubro de 2015, de acordo com as Mudanças no Regulamento Geral de Circulação sobre o uso de cintos e Sistemas de Retenção Infantil, somente podem ocupar o banco da frente os menores de 18 anos e de até 135 cm de altura, se todos os bancos de trás já estão ocupados por menores de 18 e com menos de 135 cm, com seu sistema de retenção.
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