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O seu filho é hiperativo? Isto é o que deve ser considerado ao viajar de carro

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06/11/2015

A segurança das crianças é de uma importância vital, e manter todas quietas e relaxadas nas suas cadeiras é uma das tarefas dos pais com eles, cada vez que entramos no carro para ir ao colégio ou morada, ou a qualquer outro lugar. Como já sabemos, a postura é importante e também o processo de colocação da criança na sua cadeira, um processo que não podemos saltar, nem podemos abreviar.

A questão é, o que fazer se a criança não quer? E se temos um filho hiperativo que não é capaz de concentrar a sua atenção em algo por mais de cinco minutos? E se considera que tirar o cinto ou o arnês, é o jogo mais divertido do mundo? Neste caso passamos do terreno teórico ao prático, e o que no papel é um processo simples, na prática pode ser uma luta com a criança. O que fazer nesses casos? Aqui alguns conselhos para aplicar no seu dia a dia.

O mais importante é que o assento esteja adequado ao tamanho da criança. Se acomodamos uma criança num assento que é pequeno, estará incómoda e tentará sair, mover-se ou protestar. Portanto, a primeira missão que temos é garantir que o tamanho do sistema de retenção é o adequado para a criança. Em caso de ser uma criança com necessidades especiais pode precisar do sistema por mais tempo que uma criança sem esses requisitos, portanto, é importante eleger corretamente

Da mesma forma, se falamos de necessidades especiais no plano físico também devemos verificar se o assento está indicado para a criança mais especificamente, oferecendo a comodidade que precisa e toda a segurança possível. Todas as crianças, independentemente, de suas necessidades, podem ser hiperativas, inquietas, nervosas ou impacientes.

Os jogos ajudam a manter as crianças distraídas

Não há nada melhor para manter as crianças ocupadas que oferecer aquilo que distrai. Pode ser: ecrãs com os desenhos preferidos, um filme (se vamos longe), música ou podemos falar de jogos de outro tipo, como contar carros azuis, procurar cachorros brancos, ou qualquer outra coisa. Para conseguir, pouco a pouco, que a criança seja consciente da importância de levar o cinto bem colocado, ou o sistema de retenção se for o caso, uma técnica muito simples consiste em nomear a criança como o vigilante dos cintos: que a criança controle que todo mundo está com o cinto antes de sair. É bastante eficaz porque estamos a transferir verdadeiro poder.

Outra maneira de conseguir resultados é esperar pacientemente que deixe de abrir o cinto (não seguir a graça), parar o carro se está em movimento num lugar seguro habilitado a tal efeito e desligar o ecrã ou a música, tudo isso com a intenção de mostrar que está a comportar-se duma maneira que não é produtiva. No lado contrário temos recompensas, se é que temos algum sistema: podemos dar “pontos positivos” ao comportar-se bem e ao deixar que coloquemos o cinto.

Foto | woodleywonderworks

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