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Mais de 400 pessoas morrem ao ano afogadas na Espanha, isto poderia ser evitado facilmente

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10/06/2015

Assim explicaram esta manhã os expertos em prevenção da FUNDACIÓN MAPFRE, Fundação Universidade da Corunha e a Associação Espanhola de Técnicos em Salvamento Aquático e Socorrismo (AETSAS), entidades autoras do “Estudo sobre os afogamentos e outros eventos de risco vital no meio aquático-marinho” um completo relatório que tem como objetivo geral descrever as características dos afogamentos e outros eventos de risco vital que ocorrem nas praias durante a temporada de verão, quando aumenta o número deste tipo de acidentes.

O estudo permite recopilar e analisar informação detalhada de um total de 20 municípios colaboradores com praias com bandeira azul e com serviços de socorrismo durante o verão de 2014. Entre as conclusões destacamos: que para cada 39 casos de risco vital ocorridos nestas praias, um acaba em tragédia e morte; que a hora que acontecem mais incidentes são entre 12h00 e 14h00 e entre 18h00 e 20h00; e que as idades com maior número de acidentes são entre 5 e 9 anos de idade, entre 20 e 24 anos e entre 50 e 54 anos.

Também é significativo que dos 51 casos na água desse ano, 9 de cada 10 foram por pessoas que estavam nadando; que o maior número de incidências aconteceu enquanto o banho estava permitido (87%) e que a porcentagem mais alta de situações de risco vital ocorreu com mar tranquilo (37%), seguido de praias com muitas ondas (27%) e praias com corrente (20%).

Para prevenir este tipo de acidentes, Jesús Monclús, Diretor da Área de Prevenção e Segurança Viária da FUNDACIÓN MAPFRE, destaca que como primeira recomendação: nunca perder de vista as crianças quando estão na água e, no caso de piscinas privadas, utilizar cercas perimetrais com fechadura nas portas e sem espaços por onde possam ter acesso à piscina.

Também como medidas chave: estar acompanhado, não sair da beira em espaços aquáticos naturais, molhar-se antes de entrar na água, evitar as refeições pesadas antes do banho, não entrar na água quando sente muito frio ou cansaço, pedir ajuda ao ver alguém em perigo e lembrar-se do número de emergência: 112. Além disso, ele insiste na importância de sensibilizar à população através de ações preventivas e material de divulgação.

Acesso ao estudo e toda a informação no seguinte link.

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