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Gravidez, quais são os meses com mais risco para a condução?

Gravidez, quais são os meses com mais risco para a condução?

27/10/2017

Por regra geral, a gravidez não impede a condução do veículo, salvo em casos muito pontuais. É conveniente recordar que a gravidez não é uma patologia, ou um impedimento para realizar a grande maioria das atividades e que, tomando as devidas precauções, conduzir grávida pode ser uma tarefa segura tanto para a mamãe como para o bebé. Existem sim determinadas etapas que implicam um pouco mais de risco, mas isto sempre tem que ser determinado pelo especialista.

Se não há razões médicas que indiquem o contrário, poderá conduzir sem problemas mesmo estando grávida. A mulher estará consciente a todo momento de seu estado, de suas limitações, e se estiver indisposta, cansada, incómoda ou com pouca vontade de conduzir, será ela que irá decidir.

Se falamos de risco na condução, existem dois períodos com maior risco para a grávida: durante os primeiros três meses e nas últimas semanas da gravidez. O fato de existir maior risco não significa que não se deva conduzir. Reiteramos que a gravidez não é impedimento para levar uma vida normal sempre que não tenha motivos médicos para isso. O maior risco destes períodos dá-se por umas razões muito simples: no primeiro trimestre é quando existe maior risco de desprendimento da placenta ou rompimento uterino, já que mal há líquido amniótico, em caso de colisão.

Nas últimas etapas da gestação, e de maneira natural, no dia a dia a dificuldade vai aumentando na medida que o bebé cresce, e a mamãe começa a sentir cansaço, movimentos mais limitados se comparado com as etapas anteriores, e o peso começa a ser um fator importante.

Conduzir grávida é seguro

Todo mundo deve utilizar o cinto de segurança corretamente, mas no caso das mulheres grávidas é vital, já que o dito sistema de segurança irá proteger ela e o seu bebé. No caso do cinto de segurança não estiver ajustado, poderá sair voando do carro em uma colisão e consequentemente poderá ocorrer a morte de ambos, mulher e bebé.

A forma correta de colocar o cinto de segurança para grávidas é muito similar à maneira que já fazemos, salvo que na região pélvica (a fita horizontal) não deverá ser colocada nunca sobre a barriga, mas sobre o quadril. Existem uns adaptadores que ajustam a região pélvica de maneira que não se desloque de sua posição ideal, mas estes devem estar homologados.

Quanto ao airbag, não há dúvidas: não existem estudos que sejam determinantes no quanto o acionamento do airbag possa causar lesões no feto. O uso combinado de airbag mais cinto de segurança é crucial para garantir a máxima segurança da mamãe e do bebé, tendo em conta sempre que a distância correta entre a mulher grávida e o volante deve de ser de 25 cm.

É muito recomendável consultar o médico antes de qualquer dúvida que possamos ter, e sobretudo se a grávida sente contrações, alterações ou risco de parto prematuro.

Consulte nosso infográfico com conselhos para conduzir durante e após a gravidez:

Infográfico: a segurança antes e depois da gravidez
Objetivo Zero
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