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Alma Obregón: ‘Quando temos que alugar um carro, levamos ou alugamos cadeirinhas no destino’

Alma Obregón: ‘Cuando hemos tenido que alquilar un coche hemos llevado nuestras sillitas o alquilado en destino’

22/10/2019

Alma Obregón é chef pâtisserie e tem seu próprio programa de TV sobre confeitaria. E quando se trata de segurança viária, podemos dizer que é uma clara defensora de que as crianças viajem em cadeirinhas viradas para trás durante o maior tempo possível: “Acredito que a importância de ir no sentido contrário da marcha não é tão enfatizada, e também não é fácil para as famílias irem assim, já que as cadeirinhas que podem ir viradas para trás são muito caras, por isso acho importante subsidiar sua compra ou ajudar de alguma forma.” 

Para Alma Obregón, a segurança viária infantil é “todas as regras e diretrizes para fazer com que nossos filhos viajem mais seguros e também estejam mais seguros quando atravessam as ruas, etc”. 

Ela garante que seus dois filhos, de 8 meses e 3 anos, viajam virados para trás nos dois carros que têm e, é claro, sempre com uma cadeirinha: “quando temos que alugar um carro, levamos ou alugamos cadeirinhas no destino. Além disso, se precisamos utilizar um serviço de transfer ou táxi, solicitamos a cadeirinha de retenção e, se não houver, não usamos o serviço”.

Bruno y Lola, hijos de Alma 

Alma é uma forte defensora das cadeiras viradas para trás: “Levar nossos filhos no sentido contrário ao da marcha durante o maior tempo possível reduz em até 80% o risco de ferimentos graves em caso de acidente. Vou levar meus filhos na contramarcha o máximo que puder”, comenta. 

Na hora de fazer uma viagem longa, ela afirma que planeja tudo para poder viajar tranquilamente, com pausas suficientes e sem pressa. Reconhece que “com crianças você sempre precisa calcular que demorará mais, pois elas requerem mais paradas e descansos”.

A respeito das crianças aceitarem a cadeira de bom grado, Alma diz que sua filha Lola “não é uma grande fã da cadeirinha, na verdade, mas o Bruno na idade dela também não era e agora vai feliz. Acho que quando são pequenas, poucas crianças aceitam a cadeira de bom grado, a menos que consigam dormir nela...” 

Na hora de escolher um sistema de retenção infantil, ela opta por ir a uma loja especializada em cadeiras que possam ir no sentido contrário ao da marcha: “É muito importante sempre pesquisar previamente, já que as cadeirinhas são uma compra muito importante”. De fato, ela considera que os pais e as mães não recebem informações suficientes sobre como seus filhos devem viajar: “Eu acredito que as mensagens divulgadas são contraditórias e que as pessoas só se atentam ao fato de a cadeirinha ser homologada ou não, sem levar em conta se aquele sistema de retenção é o mais seguro. Além disso, a instalação das cadeirinhas costuma ser muito complexa e falta monitoramento pelas próprias marcas ou pontos de venda.”

Finalmente, sobre as pessoas que permitem que seus filhos viajem sem um SRI, Alma acredita que é uma “falta de compreensão sobre o quão vital é um sistema de retenção em caso de acidentes, e não apenas em acidentes graves, um simples golpe forte já é suficiente para ver as terríveis consequências de não usá-lo”.

Objetivo Zero
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