Skip to Content

Em 2016, 3 das 16 crianças mortas em acidentes de trânsito ocorridos em estradas interurbanas viajavam sem nenhum acessório de segurança

Em 2016, 3 das 16 crianças mortas em acidentes de trânsito ocorridos em estradas interurbanas viajavam sem nenhum acessório de segurança

09/01/2017

A Direção Geral de Trânsito (DGT) divulgou dados de acidentes viários em 2016. Claro, falamos de informação de 24 horas e apenas em estradas interurbanas, assim que a esta informação devem ser, posteriormente, somadas as vítimas de acidentes de trânsito de 30 dias e os acidentes ocorridos na cidade. A este respeito, apesar de inúmeras campanhas de conscientização, ainda 3 das 16 crianças que morreram em 2016 vítimas de acidentes de trânsito em vias interurbanas estavam a viajar sem qualquer acessório de segurança, tais como uma cadeira, para minimizar as consequências do acidente.

O ano 2016 fechou com um balanço ruim: 1.038 acidentes fatais nas estradas interurbanas (aumento de 1,4%, 15 acidentes a mais), nos quais 1.160 pessoas morreram (aumento de 2,6%, ou seja, 29 mortes a mais) e outras 5.067 necessitaram hospitalização como resultado de seus ferimentos (209 feridos a mais que no ano anterior, ou seja, aumento de 4,3%).

Com relação à idade, as crianças menores de 14 anos mortas em acidentes de trânsito foram 19, 2% do total. O maior percentual de mortes ficou na faixa etária de 45 a 54 anos, com 225 mortos, 19% do total. Os falecidos com idades entre 35 a 44 anos foram 19% (216); enquanto entre 25 a 34 anos foi 14% do total, com 165 mortes.

Os dados mostram que ainda há muitas pessoas que não fazem uso do cinto de segurança, algo essencial se queremos dar o exemplo. Se o próprio condutor ou passageiro não faz uso deste importante sistema de segurança, será muito difícil fazer com que seus filhos viajem com o SRI correspondente ou que adquiram os valores adequados de segurança rodoviária.

Assim, por exemplo, 22% dos motoristas e passageiros mortos em carros e carrinhas em 2016 não estavam a utilizar o cinto de segurança. Na verdade, aumentou em 3 o número de mortos devido à não-utilização de tal dispositivo de segurança em carros, chegando a 129. No caso das carrinhas, caiu para 18 o número de falecidos que estavam a viajar sem cinto (foram 24 em 2015).

A distração, a velocidade inadequada, o uso de álcool e/ou drogas e o desrespeito à prioridade estão entre as principais infrações nestes acidentes mortais e graves.

Durante 2015, um total de 25 crianças com idades entre 0 e 14 anos morreram em acidentes de trânsito na Espanha. Aqui já levamos em conta os dados de 30 dias e os dados em vias urbanas. Desta vez, foi possível reduzir os acidentes viários infantis em 32% em relação a 2014, ano que terminou com 37 crianças mortas nas estradas, como mostrado no ‘Dossiê da Fundación MAPFRE de 2016 sobre Segurança Rodoviária Infantil em Automóveis na Espanha e América Latina: Cadeiras Infantis’ e no artigo ‘Qual foi a evolução dos acidentes viários com crianças e o uso dos SRI nos últimos anos na Espanha?’. Será que se conseguiu diminuir ainda mais o número em 2016?


Ayúdanos a conseguirlo

Back to top