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Conselhos imprescindíveis para viajar segura se você está grávida

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20/05/2015

Isto deve estar bem claro. Pois, ao contrário do que você possa pensar, por ação ou omissão, estar grávida não é uma incapacidade, pois não estamos falando de uma doença. É evidente que não é uma doença. Mas, às vezes, podemos encontrar com atitudes condescendentes ou com comentários que convidam uma grávida a não dirigir “em seu estado”, como se realmente fosse algo a evitar.

Além disso, uma mulher grávida é consciente de seu próprio corpo e das eventuais limitações que possa sentir: uma indisposição, cansaço ou qualquer outro estado de ânimo. Nesses casos, a mulher pode tomar de forma consciente a decisão de não ir ao volante, mas por regra geral, não há nada que impeça uma grávida de ter uma vida normal.

Para dirigir com segurança estando grávida há uma série de precauções lógicas que podem ser tomadas e que têm a ver com a própria evolução da gravidez. Vemos de forma muito clara no aumento do volume corporal à medida que o bebê cresce no interior da mamãe. Isto significa que, em certos aspetos, você tenha que fazer algumas modificações no habitáculo.

A primeira e mais evidente é que, com o aumento do volume do ventre, a posição de condução deve variar. Desta forma, tanto a regulação do encosto, como a distância do volante podem ser afetadas e possivelmente tenham que ser feitas variações. Como é natural, chegado o momento no qual os movimentos são claramente limitados ou a mamãe está insegura ao volante, nada impede que ela passe o volante ou, simplesmente, decida não dirigir. Sempre é sua eleição.

Quanto ao cinto de segurança, há que ter em conta que deve estar ajustado corretamente e sempre por debaixo do ventre, bem na cadeira e bem ajustado sobre o ombro esquerdo. Para ajudar a manter o cinto de segurança na forma correta perfeitamente ajustado, existem muitas soluções no mercado que consistem em manter a banda inferior do cinto por debaixo do ventre, sem que por isso exista um espaço. É uma forma efetiva de viajar garantindo que o cinto de segurança não seja colocado sobre o centro da barriga.

Outra precaução de segurança é não colocar objetos fora do alcance das mãos, pois a mobilidade conforme avança a gestação começa a ser a cada vez mais reduzida ou, pelo menos, mais complicada. Por isso há que minimizar qualquer uso ou manipulação de aparelhos como rádio, navegador ou bolso (e isto é válido para qualquer motorista, principalmente, se existem dificuldades de mobilidade). Pelo demais, dirigir grávida não deveria ter maiores dificuldades.

Para esclarecer uma última coisa, existe verdadeiro medo aos efeitos do airbag no feto. Não existem estudos determinantes sobre que o airbag possa causar lesões no feto. Infelizmente, pode existir algum caso isolado de lesões. Mas, da documentação consultada somente podemos concluir que a colisão, nesse caso particular, foi especialmente violenta. O airbag, combinado com o cinto de segurança, forma um sistema de segurança que garante, em alta porcentagem, a sobrevivência da mamãe e do bebê.

Maiores informações também no seguinte artigo.

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