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O colete para grávidas. Todas mais seguras na hora de viajar

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21/01/2016

Desde 2006 as grávidas são obrigadas a usar o cinto de segurança nas suas deslocações embora, para que seja eficaz, deva ir corretamente colocado, sem folgas e bem ajustado ao corpo.

E como sabemos que está a ser utilizado corretamente?: a banda horizontal tem que situar-se abaixo do abdómen e ajustar-se o máximo possível à parte óssea das ancas, nunca acima do ventre. Em relação à banda diagonal que vai sobre o ombro, esta tem que se apoiar no esterno sem roçar no pescoço.

Segundo afirmam os peritos, o uso correto do cinto de segurança durante a gravidez reduz o número de mortes e a gravidade das lesões na mãe e no feto. Deslocação da placenta, hemorragias, aborto, parto prematuro, lesões fetais… e até a morte, são algumas das consequências mais graves que podem ocorrer após sofrer um acidente.

É por este motivo que é fundamental fazer um uso correto do cinto de segurança porque, se não se usar ou se usar mal, provoca um aumento do risco de morte tanto para a mãe como para o feto.

Consequências de viajar sem cinto ou levá-lo mal colocado

A Direção Geral de Viação recorda-nos quais são as consequências quando uma grávida decide não utilizar o cinto de segurança ou o coloca de forma incorreta:

  • Só se utiliza a banda diagonal: neste caso produz-se o conhecido "efeito submarino" porque provoca que o corpo deslize para baixo e fique encaixado com o tablier ou com o assento dianteiro.
  • A banda diagonal não se coloca entre os peitos: pode chegar a produzir lesões graves, hematomas e traumatismos na zona.
  • Com a banda diagonal debaixo do braço: o cinto pressionará sobre as costelas o que pode ocasionar graves lesões no fígado e no baço.
  • Com a banda sobre o abdómen: em caso de acidente as consequências podem ser rutura do útero, deslocação da placenta, etc.
  • As bandas têm folga: se não se ajustarem corretamente ao corpo anula-se a eficácia do cinto de segurança e é como se não o levasse. Estas folgas podem ser provocadas por pôr uma pinça, uma almofada ou a própria mão.

O colete para viajar de carro grávida

O problema do cinto de segurança para a grávida é o facto de não se adaptar bem ao seu corpo; além disso, muitas vezes por desconhecimento, pode causar certos incómodos, e ficar mal colocado.

No mercado existem várias soluções para evitar que o cinto de segurança se situe de forma incorreta e perca assim eficácia. Uma delas é o colete da Emobikids, cuja função é recolocar o cinto para colocá-lo na posição ótima. A vantagem face a outros sistemas é que mantém na sua posição mais segura as duas bandas do cinto de segurança e não só uma. Este colete pode ser utilizado em todos os assentos do veículo e permite duas opções para ajustar a banda pélvica do cinto de segurança, quer no centro quer nas laterais pelo que facilita o seu uso com calças, saias ou vestidos.

É o colete mais seguro para qualquer grávida e esta afirmação é possível graças aos ensaios realizados com a dummy grávida MAMA-2B, um dummy que cumpre com a norma ECE R16 e que reproduz a anatomia de uma grávida.

  • Reduz em 53% o risco de dano fetal.
  • Reduz em 37% a aceleração da pélvis.
  • Reduz em 18% a aceleração do tórax.
  • Reduz em 57% a força linear transmitida às lombares.
  • Reduz em 27% a força de rotação (momento) transmitida às lombares.


A Emobikids é uma iniciativa empresarial (spin-off) da Fundação Cidaut, localizada em Valladolid, especializada na investigação, desenvolvimento, fabrico e comercialização de produtos eficientes que proporcionem a máxima segurança infantil.

Além deste colete, existem outros dispositivos para aumentar a segurança e a comodidade das grávidas como a almofada com faixas que se ajusta ao assento e dispõe de duas braçadeiras laterais que fixam a banda abaixo do abdómen; ou a almofada com ganchos de fixação Isofix que permite o seu uso em todos os assentos e cuja função é colocar a banda inferior em V entre as pernas, mantê-la debaixo do ventre e evitar folgas.

E recorde que, se sofrer um acidente, por muito leve que seja, é preciso ir ao ginecologista.

21/01/2016

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