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Circulação em parque e estacionamentos: precauções e conselhos

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28/01/2016

Normalmente devem dar-se conselhos para a circulação pela cidade ou estrada, em deslocações curtas ou durante as viagens. Mas, no entanto, não é habitual que se fale dos estacionamentos ou parques, sobretudo quando estes são de uso comum como os dos centros comerciais ou similares.

Contrariamente ao que deve ser habitual, muitos condutores protegem-se na pouca ou nula vigilância que há neles para circular de forma incorreta e, em muitos casos, que põe em perigo outros condutores ou peões. Porque recordemos, e é muito importante, que estes espaços reúnem uma alta densidade de veículos e pessoas, o que aumenta o risco de acidentes.

A circulação nos estacionamentos

A primeira coisa que devemos ter em conta é que, em caso de ausência de normas de circulação concretas, aplicam-se as normas gerais do Código da Estrada no que se refere a sentido de circulação, prioridade de passagem, iluminação e sinalização.

Isto é, se o estacionamento é subterrâneo deveremos circular com as luzes de cruzamento (médios) ligadas, utilizar as luzes de sinalização (intermitentes) quando realizarmos viragens, fixarmos as setas e outros sinais que regulam o sentido da circulação, assim como respeitar os STOP e cedências de passagem que possam estar indicados tanto de forma horizontal sobre a calçada ou vertical em sinais instalados nas laterais.

Outro tema muito importante é o da velocidade, que está sempre regulado entre 10 e 20 km/h, dependendo das características do estacionamento. É muito importante respeitá-la já que uma maior velocidade aumenta o perigo de colisão ou, o que é pior, de atropelamento.

Muitos estacionamentos contam com sinalização horizontal tal como as passagens de peões. Estes também se respeitam, tanto pelos condutores como pelos peões, com o fim de atravessar com segurança e por zonas onde podemos ser visíveis.

O peão nos estacionamentos

No caso do peão, começamos onde o deixamos há momentos: as deslocações devem ser realizadas pelas zonas sinalizadas para o efeito. Além disso, devemos ter a mesma atenção para com os nossos filhos como quando estacionamos numa rua. Isto deve ser feito observando por onde circula o trânsito e fazendo com que se mantenham numa zona o mais segura possível.

Dada a sua pequena estatura e a sua facilidade para deslocar-se para a estrada, podem aparecer de imprevisto entre dois carros sem que um veículo que circula corretamente se aperceba da sua presença. Por isso, o ideal é levá-lo pela mão fora das zonas mais perigosas e fazê-lo entender que não devem sair da nossa beira ou da beira do veículo.


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