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Cinco condutores de transporte escolar foram apanhados no exame toxicológico na última campanha de vigilância de Trânsito

Tráfico pone el foco en el transporte escolar durante una semana

11/03/2018

Tal e como indicávamos, a Direção Geral de Trânsito (DGT) deu inicio a uma campanha especial de vigilância do transporte escolar do dia 19 a 23 de fevereiro com o objetivo de verificar que efetivamente os autocarros dedicados ao transporte escolar de crianças o fazem de forma segura. No entanto, cinco condutores foram apanhados no exame toxicológico realizado pelo Agrupamento de Trânsito da Policia civil. Ao todo, foram registadas 2.353 denúncias, sobretudo por deficiências na documentação requerida por este tipo de transporte.

Um total de 32 autocarros escolares se envolveram em acidentes que resultaram em 2016 na Espanha 17 ocupantes feridos. Precisamente, o objetivo das campanhas como a realizada recentemente é minimizar o risco e garantir uma adequada segurança as crianças em seus trajetos até o colégio. No entanto, os resultados demonstram que ainda não viajam em boas condições de segurança. 

Nesta campanha foram verificados 3.557 veículos dedicados ao transporte escolar de crianças. Deles, 1.416 foram denunciados, sobretudo por irregularidades administrativas.

Há que destacar especialmente os cinco condutores que foram apanhados no exame toxicológico e os 9 condutores que circulavam em velocidades superiores às estabelecidas

Relativo ao uso do cinto de segurança naqueles veículos que os levam incorporados, nas inspeções realizadas pelos agentes constataram que 8 veículos que dispunham destes sistemas de retenção apresentavam anomalias em seu funcionamento. Recordamos que só são obrigados a dispor de cinto de segurança os autocarros matriculados a partir de outubro de 2007 e que, em caso de contar com este importante sistema de segurança, todos os passageiros devem usar. No entanto, um recente estudo realizado pela  Fundación MAPFRE tem demonstrado que só 2 em cada 10 passageiros colocam o cinto de segurança em autocarros apesar do mesmo possuir. Recomendamos o artigo: Assim deve ficar o cinto de segurança na criança com ou sem cadeirinha.

Neste sentido, há que assinalar que são principalmente as irregularidades administrativas as que geraram o maior número de denúncias. Por exemplo, mais de 1.024 veículos não tinham autorização especial para realizar o transporte escolar, e os outros 338 veículos autuados não tinham contratado um seguro de responsabilidade civil, conforme exigido por lei.

Igualmente, 81 veículos de transporte escolar apresentaram deficiências nas portas de serviço e emergências, bem como em seus dispositivos de acionamento e outros 16 foram denunciados por não terem em dia a inspeção Técnica de Veículos.

Além disso, 104 veículos verificados não tinham o correspondente sinal V-10 de transporte escolar e outros 24 não contavam com o dispositivo luminoso com sinal de emergência

Também há que realçar que 17 condutores foram denunciados por excesso de tempo de condução ou redução do tempo de descanso e outros 30 por não terem a bordo do autocarro uma pessoa encarregada do cuidado das crianças, quando foram parados. 

Objetivo Zero
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