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Na Argentina uma criança deve viajar de carro assim

Na Argentina uma criança deve viajar de carro assim

05/05/2017

Em matéria de Segurança Viária Infantil existem diferenças significativas quanto as leis, dependendo do continente que observamos, e até mesmo dentro do continente pode haver diferenças entre os países vizinhos. Muitas das diferenças devem-se as diferentes homologações dos sistemas de retenção infantil; outras diferenças podem serem vistas nos regulamentos atuais (ou falta dele); finalmente, há também as diferenças culturais.

Quando se trata da segurança das crianças é altamente recomendado conhecer as Argentina veremos cómo es la leis do país que visitamos. Então, nós sabemos o que esperar, e no caso da Argentina veremos como são as leis gerais, assim como as peculiaridades a serem consideradas dependendo da cidade que irá visitar.

Em 2011, na Argentina verificou-se que  74% das crianças que viajam em carros e vans andavam sem qualquer sistema de retenção : sem cinto ou cadeirinha infantil. Em 2011 e 2012, realizamos uma pesquisa em duas fases para determinar o nível efetivo da utilização dos sistemas de retenção infantil no país.

A Agência Nacional de Segurança Viária Argentina estabeleceu diversos pontos de observação em 133 localidades (2011) e 143 localidades (2012) respectivamente, e a conclusão em 2012 foi bastante esclarecedora: a maioria das pessoas (84,8 %) afirmaram utilizarem sempre os sistemas de retenção para crianças, mas a verdade é que pouco deles (37,8%) utilizavam efetivamente.

Hoje existem campanhas ativas para a conscientização dos condutores argentinos sobre os benefícios dos SRI, mas ainda há muito o que ser feito [fonte].


No estudo "Segurança Viária infantil: Uso dos sistemas de retenção: Análise da situação na América Latina e no Caribe", da Fundación MAPFRE, foi detalhado exaustivamente as leis que regem em todos os países do continente e nas ilhas, e, no caso da Argentina pode ser observado que, após o período de estudo (2011 a 2013), a mortalidade infantil no país era de 6,5%. Uma conclusão do estudo é que faz falta uma lei mas dura, menos vaga, cobrindo todos os casos possíveis e que não deixe eventuais lacunas.

No dia 10 de janeiro de 2018, a Argentina aprovou uma mudança na lei que indica que as crianças menores de 10 anos agora devem viajar fixas no assento traseiro, com o Sistema de Retenção Infantil devidamente homologado, e conforme o peso e o tamanho da criança. Anteriormente, a Argentina, por exemplo, estabelecia que as crianças menores de 10 anos só deveriam viajar  nos assentos traseiros do veículo e só era obrigatório o uso de cadeirinhas em crianças menores de 4 anos.  

Esta regra era claramente insuficiente. Esta lei é inadequada porque a idade, em qualquer caso, não é um indicador válido para tais julgamentos: e sim a altura. Comparado com as  leis espanholas , que especifica que as crianças menores de 18 anos e com menos de 135 cm de altura devem ir nos assentos traseiros obrigatoriamente, vejamos a grande diferença. O mesmo ocorre, se observamos as  leis europeias .

O regulamento pode variar dependendo da cidade ou província que analisamos . Por exemplo, em Buenos Aires a lei diz que crianças de 12 anos ou com menos de 150 cm de altura devem viajar nos assentos traseiros e com um SRI homologado. Esta é uma lei que reverte em uma maior segurança infantil.

Você poderá verificar quais leis regem nos diferentes países da América Latina e do Caribe no nosso infográfico.

Normativa sillitas en América Latina y el Caribe
 
Objetivo Zero
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