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Na Argentina, apenas 45% das pessoas utilizam sistemas de retenção infantil

Na Argentina, apenas 45% das pessoas utilizam sistemas de retenção infantil

30/09/2016

Os benefícios de usar o cinto de segurança e o sistema de retenção para crianças são inegáveis. O primeiro reduz pela metade o risco de morte em um acidente, enquanto as cadeirinhas para carro reduzem em 75% o número de mortes e em 90% as lesões. No entanto, ainda existem muitos pais que decidem levar seus filhos sem este importante sistema de segurança. Na Argentina, apenas 45% utilizam SRI, de acordo com os últimos dados fornecidos pela Agência Nacional de Segurança Viária.

O ‘Estudo observacional na Argentina sobre hábitos e cultura viária (2014)’, recentemente apresentado e realizado pelo Ministério do Interior e dos Transportes da Presidência da Nação revela que há uma maior conscientização sobre a importância destes sistemas de retenção em relação aos últimos anos. Por exemplo, o uso do cinto de segurança em todos os veículos aumentou de 33,3% em 2011 para 45,9% em 2014. Sem dúvida, esses dados ainda são insuficientes quando consideramos o quanto este sistema pode contribuir com a redução dos acidentes viários.

No que diz respeito aos sistemas de retenção para crianças, a utilização aumentou de 26,2% em 2011 para 45,0% em 2014. Os outros 55,0% ainda seguem sem proteger adequadamente às crianças.

Entre os fatores que influenciam e determinam o comportamento viário dos argentinos, o relatório destaca que a figura do condutor continua a ser relevante no uso de sistemas de proteção e retenção dos demais ocupantes do veículo. Na verdade, quando os condutores utilizam o cinto de segurança, também fazem uso do SRI em 70,8% dos casos. Nos 29,2% restantes, apesar de o próprio condutor utilizar o cinto de segurança, este leva as crianças desprotegidas. Quando o motorista não utiliza o cinto, tão pouco utiliza o SRI em 87,0% dos casos.

O relatório também aborda que as mulheres utilizam mais o cinto de segurança e também levam mais as crianças em cadeirinhas do que os homens. Aqui, indica-se que quando se trata de condutoras, o SRI é utilizado em 63,7% dos casos, enquanto que quando o condutor é um homem falamos de 35,6%.

Além do menor uso destes sistemas de retenção, também afeta ao condutor a antiguidade do veículo, o desenvolvimento econômico, as distrações e a área geográfica. Não se pode ignorar que as características regionais, ambientais e demográficas influenciam nas condutas e comportamento em estradas.

Assim, na região AMBA (Cidade de Buenos Aires e 24 distritos do Conurbano da Província de Buenos Aires) é onde se mais utiliza o cinto de segurança, em 53,7% dos casos. Em NEA (Formosa, Chaco, Santa Fe, Misiones, Corrientes e Entre Rios) é onde menos se utiliza, com 34,4%

Junto com este estudo observacional foi realizado um levantamento e os resultados são um pouco diferentes. Assim, no que diz respeito à utilização de sistemas de retenção, embora tenha sido observado que apenas 45% o utilizam, segundo a pesquisa, 63,4% afirmam instalá-lo e levar o menor adequadamente protegido.


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