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Estudos Espanha

Estudos - Espanha

Aqui apresentamos alguns dos estudos mais interessantes feitos em Espanha:

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Ano: 2011

Autores: Linha Direta e Universidade Politécnica de Madrid

Patrocinador: Linha Direta

Depois de realizar 15 testes de colisão frontal a 50 Km/h simuladas em laboratório, analisaram-se os riscos da instalação e utilização incorreta de cadeiras para crianças no automóvel. Demonstra-se que utilizar mal a cadeira, quer seja por pressa, por preguiça ou para aumentar o conforto da criança, multiplica por 4 o risco de morte infantil em caso de acidente rodoviário.

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Utilização correta e incorreta das cadeiras para crianças em acidentes rodoviários

Autores: CYBEX e Real Automóvel Clube de Espanha (RACE)

Patrocinador: CYBEX (fabricante de sistemas de retenção para crianças)

Após realizar numerosas pesquisas a diversos utilizadores de sistemas de retenção para crianças e de realizar testes de colisão frontal a 64 Km/h, retiram-se interessantes conclusões sobre a instalação da cadeira no automóvel: 43% das crianças tiram os braços do arnês de segurança, o que pode ter consequências graves para elas. Além disso, 37% dos condutores reconhece ter transportado em alguma ocasião um menor sem cadeira, especialmente em deslocações curtas não escolares (festas, aniversários…) ou em algum trajeto para o colégio

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Relatório e programa sobre “Proteção infantil no veículo: A Segurança Responsável”

Ano: 2010

Autor: Organização de Consumidores e Utilizadores (OCU) e Touring Clube da Suíça (TCS)

Porque nem todos os automóveis são iguais, este estudo oferece uma interessante análise da possibilidade real de instalar ao mesmo tempo três sistemas de retenção para crianças em quinze veículos diferentes comercializados atualmente.

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Cadeiras para automóvel: cabem três?

Ano: 2010

Autor: Real Automóvel Clube de Espanha (RACE) e Associação Espanhola de Pediatria (AEP)

Após realizar um teste de colisão para analisar as consequências de um impacto frontal entre veículos para um bebé que viajava ao colo de um adulto, uma ação que se repete muitas vezes sobretudo nas saídas do hospital depois do parto, conclui-se que: é impossível prender o bebé com os braços. Pelo contrário, uma criança de 18 meses que viajava protegida na sua cadeira não sofreu qualquer lesão.

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Relatório do RACE

Ano: 2009

Autor: Segundo relatórios do Real Automóvel Clube de Espanha (RACE) e Real Automóvel Clube da Catalunha (RACC)

Resultados dos testes de colisão e análise da facilidade de utilização (manuseamento, comodidade e outras características) de cerca de 28 sistemas de retenção para crianças: nenhuma cadeira obteve a pontuação máxima, enquanto que 11 modelos foram classificados como “satisfatórios”; 9 como “aceitáveis”; 3 não passaram o teste ao obterem a classificação de “insatisfatórios”, e outros 5 obtiveram a pior classificação do relatório (“muito insatisfatórios”).

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Relatório sobre Sistemas de Retenção para Crianças

Ano: 2009

Autor: Real Automóvel Clube da Catalunha (RACC)

Patrocinador: Jané

Independentemente da sua utilização, mais de 96% dos veículos observados e que transportam crianças no seu interior têm algum sistema de retenção para crianças, enquanto que 3,4% não têm nenhum. Apesar disso, 22% das crianças ainda viajam de forma incorreta. Este estudo inclui trabalhos de campo e entrevistas que analisam a atitude das pessoas responsáveis pela utilização dos sistemas de retenção para crianças.

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VI Estudio RACC-Jané: Evolución de la seguridad infantil en los vehículos

Ano: 2009

Autor: Observatório da saúde da infância e adolescência do Hospital San Joan de Déu (FAROS Sant Joan de Déu)

Patrocinador: Obra Social Fundação A Caixa

Depois das primeiras 4 semanas de vida, as lesões não intencionais adquirem um protagonismo muito importante na mortalidade infantil, e são também causa relevante de hospitalização. As colisões de veículos a motor são o principal mecanismo responsável pelas lesões infantis, e são responsáveis por uma parte muito importante da mortalidade infantil por lesões. Da análise da situação mundial das lesões infantis depreende-se claramente que as desigualdades sociais e o género estão associados a diferenças inaceitáveis na incidência das lesões.

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Lesões não intencionais na infância e adolescência

Ano: 2008

Autor: María Jesús Esparza Olcina

Estudo que tem como objetivo elaborar um guia de recomendações que tenham demonstrado ser eficazes na prevenção e diminuição da gravidade das lesões infantis por acidente, para o qual se analisaram dados de sinistralidade em Espanha e foram revistas diversas fontes. Foram identificadas as medidas mais eficazes relacionadas com a utilização de sistemas de retenção para crianças, de capacete em bicicletas e motorizadas, a educação de peões e de condutores adolescentes.

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Prevenção de lesões infantis por acidente rodoviário

Ano: 2006

Autor: Real Automóvel Clube da Catalunha (RACC)

Patrocinador: Jané

Estudo de campo que permitiu conhecer a utilização de cadeiras por crianças com menos de 12 anos de idade, pondo em evidência que o uso de sistemas de retenção por rapazes e raparigas dos 0 aos 6 anos subiu de 51,7% em 2003, para 87,5% em 2005 nas principais capitais espanholas, coincidindo com a entrada em vigor, em meados de 2004, da lei que obriga todas as crianças com menos de 135 cm de altura a viajar em automóvel utilizando um sistema de retenção para crianças.

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Estudo sobre segurança infantil nos veículos 

Ano: 2006

Autor: Real Automóvel Clube da Catalunha (RACC) e Sociedade Espanhola de Urgências de Pediatria

Patrocinador: Jané

48% dos rapazes e raparigas envolvidos nos acidentes analisados neste estudo não estavam seguros em qualquer sistema de retenção para crianças. Cerca de 72% das crianças com mais de 6 anos não levavam sistema de retenção para crianças no momento do acidente, sendo que o mesmo se passava com 25% das crianças com menos de 6 anos

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Relatório do RACE

Ano: 2006

Autor: Instituto de Trânsito e Segurança Rodoviária (INTRAS)

Patrocinador: Linha Direta

Análise das estatísticas de acidentes rodoviários ocorridos em Espanha durante cinco anos (2000-2004), que resultaram num total de 28.380 vítimas com menos de 14 anos, que evidencia que 60,5% das crianças passageiras mortas em acidentes rodoviários não levava nenhum sistema de retenção. Mesmo assim, mais de 1.500 crianças são atropeladas anualmente em Espanha, a maioria por atravessar indevidamente a estrada.

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As crianças, vítimas de acidentes rodoviários (2000-2004)

Ano: 2005

Autor: Serviço Catalão de Trânsito

Patrocinador: Play

O estudo teve como objetivos analisar o grau de conhecimento dos sistemas de proteção para crianças entre a população catalã, comprovar se a utilização e o conhecimento tinham aumentado relativamente a anos anteriores, analisar os motivos para a não utilização de sistemas de retenção para crianças, averiguar a idade até à qual se crê que é necessário utilizá-los e o grau de conhecimento do sistema ISOFIX. Atualização de um primeiro estudo realizado anteriormente no ano de 2003.

Consulte-o:

Utilização de sistemas de retenção para crianças (SRC)

Ano: 2004

Autor: Real Automóvel Clube da Catalunha (RACC)

Patrocinador: Jané

Segundo este estudo, 73,2% dos rapazes e raparigas dos 6 aos 12 anos que deveriam utilizar cadeiras ou bancos elevatórios nunca vão corretamente sentados no automóvel. Os sistemas de retenção para crianças são menos utilizados nas deslocações dentro da cidade do que nas viagens em autoestrada. Além disso, há uma reduzida consciencialização das crianças relativamente à necessidade de utilizar um SRC.

Ano: 2003

Autor: Real Automóvel Clube de Espanha (RACE), Direção Geral de Trânsito (DGT) do Ministério do Interior Espanhol e Brigada de Trânsito da Guarda Civil

Patrocinador: Fundação da Federação Internacional do Automóvel (Fundação FIA)

Estudo de campo com o objetivo de conhecer a utilização de sistemas de retenção para crianças, pelas crianças envolvidas em acidentes rodoviários com vítimas em Espanha, do qual se conclui que apenas 1 em cada 3 crianças utilizava adequadamente um sistema de retenção para crianças e apenas 1% das cadeiras estava presa ao veículo utilizando sistema ISOFIX. 

Ano: 2003

Autor: Serviço Catalão de Trânsito

Patrocinador: Play

Análise de estatísticas de sinistralidade rodoviária infantil na Catalunha e estudo de observação da utilização de sistemas de proteção nos veículos em grandes trajetos (dados relativos a um total de 13.567 crianças com menos de 12 anos).

O estudo teve como objetivos conhecer a proporção de crianças com menos de 12 anos que viajava com sistemas de retenção para crianças, por um lado, e conhecer a relação existente entre o número de crianças que viaja em turismo e a utilização das cadeiras, por outro lado.

Consulte-o:

Estudo sobre utilização de sistemas de retenção para crianças

Ano: 2003

Autor: Real Automóvel Clube da Catalunha (RACC)

Patrocinador: Jané

O objetivo deste estudo é observar e avaliar as medidas de segurança adotadas pelos pais para protegerem os seus filhos com menos de 6 anos quando realizam deslocações urbanas. Algumas conclusões são muito preocupantes: 24,7% dos veículos nos quais viajam crianças com idade compreendida entre 0 e 6 anos não têm instalado um sistema de retenção para crianças.

Consulte-o:

Estudo sobre utilização de sistemas de retenção para crianças

Ano: 2001

Autor: Real Automóvel Clube de Espanha (RACE)

Resumo das principais conclusões do segundo relatório elaborado pela UNICEF sobre lesões infantis e recompilação dos dados mais atuais em Espanha sobre sinistralidade infantil em geral e sobre acidentes rodoviários em particular. O estudo demonstra que Espanha apresenta uma das taxas de mortalidade infantil em geral mais baixas da União Europeia, sendo o terceiro país com menor mortalidade depois da França e da Suécia.

Ano: 2000

Autor: Real Automóvel Clube de Espanha (RACE) e Universidade de Saragoça

Realizado a partir de visitas incógnitas, levou a cabo um interessante estudo sobre a segurança infantil disponível nos concessionários automóveis e outros pontos de venda de cadeiras e sistemas de retenção para crianças. Os centros especializados em produtos infantis mostraram ser, com diferença, os locais onde está disponível uma informação mais completa.

Ano: 1995

Autor: Direção Geral de Trânsito, Ministério do Interior Espanhol

Estudo exaustivo da legislação e da documentação nacional e internacional com informação importante sobre sinistralidade, riscos, sistemas de retenção específicos para cada idade, campanhas publicitárias… tanto de âmbito oficial como de entidades privadas (marcas de automóveis ou de equipamento infantil). Entre outras coisas, provou-se que os pediatras podem influenciar os pais aumentando a utilização dos diversos sistemas de retenção.

Consulte-o:

Na biblioteca da Direção Geral de Trânsito, Ministério do Interior (C/ Josefa Valcárcel 28, 28071 Madrid)

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